quinta-feira, 13 de julho de 2017

Lula falou agora pouco em São Paulo que é pré candidato a Presidência da República

- O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou por volta das 10h15min desta quinta-feira à sede do PT em São Paulo para fazer um pronunciamento sobre a condenação por corrupção passiva e lavagem de dinheiro feita pelo juiz Sergio Moro, da 13ª Vara Federal de Curitiba. Lula entrou de carro no préd
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Petistas convocaram um ato pelas redes sociais em apoio a Lula. A manifestação está marcada para acontecer momentos antes da entrevista coletiva que o ex-presidente convocou para esta quinta-feira, quando deve falar pela primeira vez sobre a condenação.
O PT pretende reunir toda a cúpula do partido em São Paulo e parlamentares nesta quinta-feira para mostrar solidariedade ao ex-presidente.
— Não vamos aceitar esse tipo de condenação política sem nenhuma prova material — afirmou Marcio Macedo, um dos vice-presidentes do PT.
A possibilidade de Lula concorrer em 2018 deve ser mantida no discurso do grupo, apesar da condenação.
— Essa possibilidade (de o Lula não poder concorrer) não passa pela nossa cabeça. Nós só temos um plano, o plano A — disse o presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, na noite de quarta-feira.
OUTROS LÍDERES
Outros líderes petistas marcam presença no diretório paulista, na manhã desta quinta-feira. O ex-ministro Alexandre Padilha e o ex-presidente do partido Rui Falcão já chegaram.
Do lado de fora, um grupo de manifestantes grita frases de apoio a Lula é o incentiva a se candidatar à Presidência nas eleições do ano que vem.
Os advogados do ex-presidente chegaram mais cedo ao local. Cristiano Zanin Martins, que representa o petista nas audiências com o juiz Sérgio Moro, confirmou que a defesa irá recorrer da decisão, mas não deu detalhes: seria possível pedir para que Moro reavaliasse sua decisão ou apelar diretamente ao Tribunal Regional Federal da 4ª Região.
— O certo é que a decisão será impugnada, a decisão é injusta, contém vários erros jurídicos. Não levou em conta a prova da inocência que apresentamos — afirmou Zanin, que lembrou a decisão recente da segunda instância que absolveria o ex-tesoureiro do partido, João Vachttps://oglobo.globo.com/brasil/lula-chega-sede-do-pt-para-p21585724#ixzz4mj8f1pM3

terça-feira, 11 de julho de 2017

O relator da Denúncia contra Temer na CCJ É contra a troca de Deputado, Sérgio Zveite

O relator na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da denúncia contra o presidente Michel Temer, deputado Sérgio Zveiter (PMDB-RJ), questionou nesta terça-feira (11/7) a recente troca de membros no colegiado. Embora o regimento interno da Câmara permita a troca de membros pelos líderes partidários, Zveiter disse entender que no momento em que o processo começa tramitar, não é possível mais mudar a composição do colegiado.


"Imaginem se, em qualquer tribunal, iniciado o andamento do processo, possa ser feita a troca dos integrantes da Câmara ou da turma julgadora deliberadamente sabendo qual é o voto que eles vão proferir. Então, no meu entendimento, em princípio, essa troca não poderia ser feita", afirmou.

Hoje, parlamentares do PMDB apresentaram um voto em separado pela inadmissibilidade da denúncia. Ontem, Zveiter votou pelo acolhimento da denúncia e disse estar tranquilo porque votou de acordo com sua consciência. "Estou absolutamente tranquilo de que eu fiz o melhor que podia", respondeu. Zveiter afirmou que não existe a possibilidade de ficar isolado. "Ninguém pode me isolar", ressaltou.

Durante a sessão desta manhã na CCJ, peemedebistas cobraram a saída dele do partido. "Entendo que ele não tem condições de ficar no partido", pregou o vice-líder da bancada do PMDB, Carlos Marun (MS). "Estou no PMDB, continuo no PMDB e pretendo permanecer no PMDB", rebateu Zveiter.

Tags: ccj temer

O Procurador Ivan Marx, do Distrito Federal Pediu o Arquivamento da Ação contra Lula

MPF pede arquivamento de ação contra Lula sobre obstrução à Lava Jato
Delcídio havia dito em delação premiada que o ex-presidente se reuniu com Renan Calheiros para atrapalhar investigações
Publicado em 11/07/2017, às 14h14
MPF não vê indícios de que Lula tentou obstruir a Lava Jato com Renan Calheiros
Foto: Instituto Lula
Lucas Moraes

O procurador Ivan Marx, do Distrito Federal, pediu o arquivamento da ação que investigava a suposta tentativa deLula em barrar as ações da Operação Lava Jato. De acordo com o procurador, a denúncia, feita pelo ex-senador Delcídio do Amaral para fechar acordo de delação premiada, foi apenas uma tentativa para "aumentar seu poder de barganha" junto à Procuradoria-Geral da República (PGR).

quinta-feira, 6 de julho de 2017

PM paraplégico pede ajuda para despesas com filho baleado


 André Pompílio, 19 anos, levou um tiro na nuca e está internado em um hospital no Gama. Pai pede ajuda financeira para os gastos

Único policial militar do Distrito Federal a continuar em serviço depois de ficar paraplégico, o sargento Hélvio Pompílio pede ajuda para socorrer o filho. O jovem André Pompílio, 19 anos, levou um tiro na nuca e pode ficar tetraplégico, sem os movimentos dos quatro membros.

No sábado (1º/7), o rapaz foi baleado em Valparaíso (GO), no Entorno do DF. Ele estava com a namorada em uma praça da cidade quando o ex-parceiro da jovem chegou ao local. Inconformado com o namoro dos dois, efetuou disparos à queima-roupa em André. Um dos tiros acertou a 4ª vértebra da coluna do jovem.
  
Ele está internado no Hospital Maria Auxiliadora, no Gama, mas foi atendido no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Segundo Pompílio, os gastos com material que não tinham no estoque da unidade pública foram altos. Ele contou que precisou comprar de roupa de cama a álcool gel. As despesas com transporte também aumentaram substancialmente. O militar pede também ajuda de um neurocirurgião para avaliar o estado clínico de seu filho.

André é o braço direito do pai Hélvio. Passou a ajudá-lo ainda mais após o crime ocorrido em 2012. Pompílio, 43 anos, foi vítima de disparo de assaltantes próximo à Loja Fujioka, na quadra 416 da Samambaia.
Fora do horário de serviço, ele tentou conter a ação dos bandidos e acabou atingido. Foi constatada uma lesão medular, que o levou a perder o movimento das pernas. Mesmo podendo se aposentar, o sargento decidiu seguir trabalhando.
A Secretaria de Saúde informou que no Posto 01 e na Sala Vermelha, locais onde o paciente esteve internado, não existe falta de álcool em gel, gaze ou outros materiais que o paciente necessitou. Quanto ao enxoval, a pasta esclarece que a lavagem de roupas prioriza o material utilizado em unidades como UTI’s, centro cirúrgico e pronto socorro.
Contas para ajudar o sargento Pompílio
Nome: Hélvio Santos Pompílio
CPF 563838271-20
BANCO BRB
AGÊNCIA: 053
CONTA CORRENTE: 0331896
Nome: Hélvio Santos Pompílio
CPF: 563838271-20
BANCO CAIXA ECONÔMICA FEDERAL
AGÊNCIA: 4167
OPERAÇÃO: 001
CONTA CORRENTE: 23295-3

terça-feira, 4 de julho de 2017

EX-Ministro Geddel Vieira Lima é Transferido para Papuda.

O ex-ministro Geddel Vieira Lima, preso pela Polícia Federal na noite de segunda-feira, 3 de julho, será transferido ainda hoje, 4 de julho, da sede da PF em Brasília para a Papuda, onde está detido seu algoz, o doleiro Lúcio Funaro. Ele acusou o político de o estar monitorando para se certificar de que não denunciaria o presidente Michel Temer em uma eventual delação premiada.

Ainda não se sabe se Geddel e Funaro ficarão presos na mesma cela. A tendência é de que os dois fiquem na mesma ala, na qual também se encontram o ex-senador Luiz Estevão e o ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato. A transferência de Geddel para a Papuda deve ocorrer até o fim do dia.

No pedido de prisão encaminhado à Justiça, o Ministério Público alegou que Geddel era uma ameaça à ordem pública e à ordem econômica, além de estar cometendo crimes em série. Ele é acusado de obstrução à Justiça. O político baiano foi detido preventivamente, ou seja, não há prazo para ser libertado, dentro da Operação Cui Bono, que foca irregularidades na Caixa Econômica Federal. Geddel foi vice-presidente do banco durante o governo de Dilma Rousseff.

Geddel, segundo as acusações, vinha atuando ativamente para evitar que o ex-deputado Eduardo Cunha e Lúcio Funaro fechassem delação premiada. Em depoimento à Justiça, o doleiro citou mensagens e ligações do ex-ministro para a sua esposa. Funaro entregou imagens da tela do celular para comprová-las.

Com o codinome “carainho”, Geddel sondava a mulher de Funaro sobre a disposição dele em fechar acordo com o Ministério Público Federal. Essa sondagem seria feita a pedido de Temer, que viu seu governo ruir depois que se tornaram públicas, em 17 de maio, as delações dos irmãos Joesley e Wesley Batista, do grupo JBS.

Funaro tem fortes ligações com Joesley. Os dois se aproximaram de Eduardo Cunha e de Geddel para, de forma ilícita, conseguir empréstimos da Caixa e tirar recursos do fundo de investimentos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FI-FGTS).



segunda-feira, 26 de junho de 2017

Secretário de Saúde Tranquiliza Servidores do Base.

Secretário tranquiliza servidores do Base sobre seus direitos

Em reunião no hospital, Humberto Fonseca respondeu a 129 perguntas para esclarecer as dúvidas dos profissionais de saúde sobre a criação do Instituto

BRASÍLIA (26/6/2017) – O Instituto Hospital de Base continuará totalmente público e preservará todos os direitos dos servidores públicos. O esclarecimento foi feito pelo secretário de Saúde, Humberto Fonseca, durante uma reunião com servidores da unidade na manhã desta segunda-feira (26). Humberto respondeu a 129 perguntas dos profissionais, durante três horas, para esclarecer dúvidas e tranquilizar os trabalhadores sobre a conversão do Base para Serviço Social Autônomo, alteração já aprovada pela Câmara Legislativa do Distrito Federal.

"Não há privatização, não terá empresa envolvida e não é Organização Social. O Instituto é o próprio governo, que passa a trabalhar com regras próprias mais eficientes para a gestão da saúde. É o mesmo orçamento e gestão funcionando com normas mais modernas. Nós queremos tranquilizar os servidores, que permanecerão com seus direitos garantidos. Tudo está sendo feito com transparência. A lei, decretos e estatutos serão claros. Estamos trabalhando para vocês terem condições de trabalho melhores e para aumentar o qualidade do serviço à população", disse Humberto.

O secretário de Saúde explicou aos servidores que o principal ganho para o Hospital de Base será a instituição de um modelo de gestão que tornará o hospital mais eficiente, com regras mais ágeis para a aquisição de medicamentos, material e serviços. E para contratação de novos profissionais. Ou seja: um modelo que garantirá que nada falte no hospital, tornando, assim, melhor o ambiente de trabalho. Para os antigos servidores, que permanecerão com seus direitos garantidos, será uma clara melhoria. Para a população, também da mesma forma.

"Teremos um manual de compras e de contratação que vai gerir a forma como se darão a aquisição de produtos e serviços e a entrada dos novos servidores. Será um modelo mais ágil, mas que também os mesmos princípios de transparência e moralidade. Haverá a participação de órgãos de controle externo como Tribunal de Contas, Ministério Público e Controladoria analisando os contratos. A fiscalização será a mais rigorosa possível. Além disso, vamos poder comparar a eficiência do novo modelo com o que já é realizado", explicou.

Por diversas vezes, o secretário rebateu a falsa ideia de que se trata de um processo de privatização do Hospital de Base. Humberto Fonseca explicou que privatização se daria caso o hospital fosse de alguma forma vendido a uma instituição privada. Muito longe disso, não haverá sequer um contrato com instituição privada para gerir o hospital. Será apenas uma mudança na forma como o próprio hospital será administrado. O Hospital de Base passa a ser um Serviço Social Autônomo. Uma entidade gerenciada pela própria Secretaria de Saúde. Com isso, não há capital privado. Um conselho com 11 integrantes, presidido pelo próprio secretário de Saúde, será indicado pelo governador e escolherá a diretoria do hospital.

"É um momento de mudança e de virada no Hospital de Base, que tem grande importância e é essencial. Estamos propondo algo muito diferente e inovador. Temos certeza que vai dar certo. Estamos construindo um hospital melhor, que vai ter mais abastecimento, estrutura e equipes completas", respondeu Humberto.

CONTRAÇÃO E PERMANÊNCIA NO RH – O servidor que decidir permanecer trabalhando cedido ao Instituto não perderá qualquer direito, conforme assegura a Lei 840. Quem continuar poderá, caso mude de ideia, solicitar remanejamento.

Poderão atuar no Base sem ser submetidos à processo seletivo os aposentados da Secretaria de Saúde, bem como até 30% dos candidatos aprovados que aguardam nomeação, sem prejuízo para quando a convocação vier a ocorrer. Quem é servidor efetivo de outras unidades, mas quer atuar no Instituto, também poderá participar da seleção e manter os dois vínculos, ou seja, pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e Lei 840.

Os novos profissionais serão contratados em regime CLT, mas os servidores não se tornarão celetistas, a não ser que solicitem exoneração. Caso contrário, continuam com todos os direitos previstos para os servidores da rede.

Quem aguarda nomeação de concurso público poderá participar do processo seletivo sem prejuízo quando ocorrer o chamamento no Diário Oficial do DF.

REMOÇÕES – Para quem deseja atuar em outro hospital da rede com a transformação do Base em instituto, a Secretaria de Saúde divulgará as vagas disponíveis nas demais unidades. A pasta tentará priorizar o local solicitado pelos trabalhadores, que podem optar, preferencialmente, para continuar atuando na mesma área. "O ideal é usar a experiência que ele já tem na respectiva área. Não podemos obrigar ninguém a continuar cedido, mas quem sair não poderá mais voltar", afirmou Humberto.

As remoções só terão início após a assinatura do contrato de gestão, previsto para 2018. Para a celebração do contrato, é necessário aguardar diversas providências como sanção da lei, publicação do decreto, manual de contratações, aprovação de regimento interno, entre outras ações.

CONVÊNIOS – Como o Base permanecerá público também não haverá, segundo Fonseca, alterações nos 32 programas de residências, nem nas parcerias e convênios celebrados com outros órgãos.

ORÇAMENTO – O Instituto Hospital de Base vai gerir o seu próprio orçamento. No ano que vem, o hospital receberá o mesmo montante que vai destinado a ele no orçamento deste ano, aproximadamente R$ 600 milhões. As mudanças, no entanto, deverão produzir maior eficiência nos gastos.

CARGA HORÁRIA – O Instituto também admitirá diferenciadas cargas horárias. Todas as pessoas com 40 horas permanecem nesse regime. Quem possui duas matrículas poderá ser distribuído dentro do próprio hospital, de acordo com a nova gestão.

Para quem pretende continuar no Base e aguarda a ampliação de carga horária de 20 horas para 40 horas, a concessão dependerá da necessidade da administração pública e da retratação de outro servidor.

RESTRIÇÃO LABORAL – Os servidores com restrição laboral poderão ser remanejados, caso haja impossibilidade de atuar em atividade proposta pela nova gestão. "Teremos metas a serem cumpridas. Por isso, a permanência de pessoas com restrição laboral será avaliada, bem como se há serviço compatível com sua restrição", explicou Humberto.

CHEFIAS – Os cargos de chefia, direção e assessoramento, sujeitos a gratificação, poderão ser ocupados por servidores e celetistas, de acordo com indicação da direção. Já os salários dos servidores serão pagos pela Secretaria de Saúde, enquanto o dos celetistas será responsabilidade do Instituto.


quinta-feira, 22 de junho de 2017

Tribuna de Justiça DF Aumenta Condenação do Conselheiro Manoelzinho dos Táxis

Tribunal de Justiça do Distrito Federal aumentou a condenação do conselheiro do Tribunal de Contas Manoel Paulo de Andrade Neto, o "Manoelzinho dos Táxis". Julgado por improbidade administrativa, ele foi acusado pelo Ministério Público de manipular uma auditoria sobre o trabalho de taxistas na capital em 2015.
No ano passado, a corte tinha estipulado o pagamento de uma multa equivalente a três salários que ele recebia à época dos fatos. Na decisão desta quarta-feira (21), o valor subiu para dez remunerações. Além disso, foi incluída na punição a proibição de contratar ou receber benefício do poder público pelo prazo de três anos.
Segundo a denúncia do MP, o fato de Manoelzinho ser dono de uma permissão para dirigir táxis no DF impediria o conselheiro de atuar em decisões sobre o tema. Entre 2014 e 2015, o Tribunal de Contas fez uma auditoria no setor e, para o Ministério Público, o réu usou manobras políticas para tentar suspender o processo.
G1 não conseguiu contato com os advogados de Manoelzinho. No processo, o conselheiro argumentou sobre a legalidade da participação nos julgamentos questionados, disse que “jamais escondeu a condição de permissionário do serviço de táxi, e que apresentou toda a documentação exigida por lei ao tomar posse como membro do TCDF”.
Os desembargadores, no entanto, entenderam que apenas o MP tinha razão e que, por causa da gravidade da “conduta ilegal praticada pelo conselheiro”, o valor da punição deveria aumentar.
Em um dos trechos da decisão, os magistrados afirmaram “que o procedimento administrativo somente foi devolvido e o réu declarado impedido após denúncia junto ao TCDF e publicação de reportagem nos meios de comunicação. Logo, não houve qualquer vontade própria do réu em sanar a irregularidade que ele mesmo perpetrou. Nesse contexto, a penalidade aplicada deve ser majorada”.
Manobra
O MP afirmou que Manoelzinho tentou atrasar o andamento da auditoria. Com prazo de 10 dias para analisar o processo, o conselheiro teria deixado o assunto parado por mais de um ano, até agosto passado. Foi a primeira vez que um conselheiro do Tribunal de Contas respondeu a processo por improbidade.