quinta-feira, 1 de março de 2018

Ladrões roubam carro no DF e agridem dono que saía de casa para trabalhar; vídeo

meras de segurança registraram o momento em que dois homens armados rendem, agridem e roubam o carro de um morador de Samambaia, na porta de casa. O assalto aconteceu na manhã desta quarta-feira (28), por volta das 9h, quando o mestre de obras saía para trabalhar. Até as 21h, ninguém tinha sido preso.
No vídeo, é possível ver quando um dos homens aponta a arma para o motorista e tenta afastá-lo da calçada. Em seguida, um dos suspeitos entra no carro e manobra o veículo. Enquanto isso, a vítima é agredida pelo assaltante armado que, segundo ela, a ameaçou durante todo a ação.
"No momento, só pensei em me defender da arma. Ele queria me atingir de qualquer jeito."
Após a agressão, o suspeito que estava à pé correu em direção ao carro e a dupla fugiu levando o veículo. O morador, de 59 anos, recebeu uma coronhada na cabeça e ficou com arranhões pelo corpo. De acordo com a família, não foi preciso atendimento médico e ele passa bem.
Suspeito agride morador de Samambaia e foge levando carro (Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)Suspeito agride morador de Samambaia e foge levando carro (Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)
Suspeito agride morador de Samambaia e foge levando carro (Foto: Arquivo Pessoal/Reprodução)
O caso foi registrado na 26ª Delegacia de Polícia, em Samambaia Norte, mas segundo a Polícia Civil, a investigação ficará por conta da 32ª DP, na parte Sul da cidade.
Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.

Cabine de piloto do Metrô fica destruída após descarrilamento de trem no DF

ma foto enviada ao G1 por um funcionário do Metrô do Distrito Federal mostra o estado em que ficou a cabine do piloto após o descarrilamento de um trem, na manhã desta quarta-feira (28). O acidente ocorreu entre as estações Arniqueiras e Águas Claras.
Na imagem é possível ver o chão do trem – de aço e madeira – parcialmente destruído após a composição avançar sobre o parachoque que delimita a área de manobra. Segundo uma análise preliminar do diretor de operações e manutenção do Metrô, Carlos Alexandre da Cunha o motivo foi uma falha no sistema de freios.
Ninguém ficou ferido, pois o trem estava vazio. Pouco antes do descarrilamento, segundo informações dos funcionários do Metrô, a piloto do trem pediu que os passageiros descessem porque percebeu o problema nos freios.
Em um vídeo gravado por um morador de um prédio próximo à estação Arniqueiras, é possível ver uma nuvem de poeira envolvendo o trem segundos após o descarrilamento. (Veja abaixo)
Momentos seguintes ao descarrilamento no Metrô, no DF

Versão dos funcionários

Funcionários do Metrô afirmam que o trem que descarrilou estava com o "sistema de freios isolados". De acordo com os metroviários, o trem só poderia circular dessa forma quando estivesse a, no máximo, 20 quilômetros por hora.
Foi por isso que a piloto pediu que os passageiros descessem e entregou o trem a outro condutor, para que ele fosse tirado de circulação. Mas no trajeto, em uma descida, logo depois da estação Arniqueiras, sentido Águas Claras, o trem ganhou velocidade.
Funcionários dizem que com a velocidade os freios não funcionaram, e o trem saiu dos trilhos. O G1 entrou em contato com o Metrô para saber da possibilidade disso ter acontecido, mas até a última atualização desta reportagem a versão dos servidores não havia sido confirmada pela companhia.
Trem do Metrô que descarrilhou no DF (Foto: Reprodução)Trem do Metrô que descarrilhou no DF (Foto: Reprodução)
Trem do Metrô que descarrilhou no DF (Foto: Reprodução)

Circulação interrompida

A circulação de trens foi interrompida entre as estações Arniqueiras e Águas Claras durante todo o dia. Desde às 16h desta quarta (28), quem precisou seguir viagem em direção a Ceilândia e a Samambaia, precisou pegar um dos 11 ônibus disponibilizados pelo DFTrans para fazer a baldeação gratuita entre as estações, nos dois sentidos.
Veja mais notícias sobre a região no G1 DF.

Serviço do metrô no DF é normalizado 26 horas após descarrilamento

 
metrô que saiu dos trilhos na manhã de quarta-feira (28/2) rodou sem dois dos quatro freios ao menos durante um trecho da viagem entre Ceilândia e Águas Claras. Ainda não se sabe, no entanto, por quanto tempo os carros, que levavam cerca de mil pessoas, viajaram sem as condições de segurança adequadas. 

Segundo o diretor de Operação e Manutenção do Metrô-DF, Carlos Alexandre da Cunha, um comitê formado por membros das diretorias de Manutenção e Técnica está investigando o que fez com que os freios fossem isolados (termo que significa, na prática, seu desligamento parcial) e quando isso teria acontecido.

Uma fonte do Metrô/DF ouvida pelo Correio afirma que não é possível descartar que todo o trajeto entre a primeira estação em Ceilândia e Águas Claras tenha sido feito sem os dois freios. Isso porque o isolamento costuma ocorrer de forma manual. Como o piloto não desativou os freios durante a viagem, é possível que a tenha iniciado já dessa maneira.

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Essa fonte acredita que o erro aconteceu após a manutenção do trem, realizada na terça-feira (27/2). Como para levar a composição para a área de conserto é preciso isolar os freios, o religamento de dois deles não teria ocorrido. Nessa hipótese, o sistema também teria falhado, ao permitir o funcionamento do trem de modo inseguro na quarta-feira.  
 

Diretor duvida de falha no início da viagem 


Cunha confirma que o trem foi levado à manutenção devido a uma falha de tração e que só foi liberado após testes de funcionamento. Mas duvida que o trem tenha iniciado a viagem com problemas. "Não acredito que o trem tenha começado a viagem com mais de um freio isolado porque, dessa forma, e levando passageiros, ele não teria conseguido parar nas estações", afirma.

O diretor de Operação e Manutenção ressalta  que a causa do isolamento dos freios ainda precisa ser identificada. "O piloto saiu de Ceilândia para a primeira viagem do dia e, ao chegar à Estação de Águas Claras, viu que o painel do trem mostrava que dois freios estavam isolados. A partir disso, foi seguido o protocolo, e os passageiros deixaram o veículo para que ele fosse levado ao pátio de manutenção", diz. 
 
Segundo o diretor, é possível rodar normalmente com o freio de um vagão isolado, mas a partir de dois, é indicado que o veículo pare, os passageiros sejam retirados, e ele trafegue em até 20km/h até o pátio de conserto.